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sábado, 3 de dezembro de 2011
Edir Macedo teme a concorrência dos genéricos.
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Até quando existirá assistencialismo no Vale?

Vergonha! Até quando permanecerá essa imagem de que nosso Vale é figurado como "da miséria"? Quando é que o governo voltará a atenção para as reais necessidades do Vale? Chega de olhares "com pena", não queremos assistencialismo, queremos progresso!Queremos escolas com ensino público de qualidade, queremos emprego para o nosso povo para que não dependamos das esmolas governamentais farejadoras de votos.
É chegada a hora de aprendermos a negar essas "benesses" e exigirmos nossos reais direitos!
Alexandre Macedo é um jovem estudante do Vale que está estudando Serviço Social, PUC, em Curitiba-PR. É natural de Capelinha.
Onde é a habitação de Deus?
A ideia da possível habitação do Criador no templo não é nova, desde a época de Davi já existia essa compreensão: “disse ele ao profeta Natã: Eis que eu moro numa casa de cedro, enquanto que a arca de Deus dentro de uma tenda” (II Sm 7:2). Em um contexto totalmente marcado pela religiosidade tribal, não era anormal a pretensão do rei Davi. Todos os povos tribais da época tinham seus deuses e cada um deles através da cosmovisão da cultura local habitavam em algum tipo de santuário. Principalmente os judeus que “possuíram” uma terra repleta de experiências pagãs como foi Canaã.
Na Idade Média, essa mentalidade era comum, devido os católicos romanos fortalecerem essa compressão da residência de Deus no templo. Acredita-se que nesse período, a arquitetura dos templos católicos transmitia a ideia da grandeza do eterno Deus em comparação com a pequenez e temporalidade dos homens. Por isso, que as catedrais católicas são enormes (porta, janela, pilastras e etc) para possivelmente comportar a presença do Divino e para fazer uma distinção entre os homens e Deus, ou seja; enquanto os homens eram ímpios, Deus era justo; Enquanto eles eram finitos, Deus era infinito e etc. Naquela época também, tudo girava em torno da ótica da fé católica, ou seja, para toda a realidade e fenômeno da vida, a Igreja mãe tinha explicação. Era um período obscurantista, aonde ninguém conseguia ter contato com Deus sozinho, pois dependia da missa que era mediada pelo alto clero (padres). Na missa, todos por meio dos sacramentos, especialmente na eucaristia1 “sentiam” a presença de Deus entre eles. Todos os cristãos que acreditam que realmente Deus habita no templo ou no momento do culto e que por causa disso Ele precisa receber oferendas (ofertas), músicas e danças (rituais) podem está na verdade recopiando a liturgia pagã de muitos povos da era medieval.
Mesmo depois de séculos, essa mentalidade da residência de Deus continua entre nós. É inevitável para qualquer cristão entrar num templo e não sentir uma espécie temor. Um exemplo disso é que nossa postura dentro de uma Igreja é totalmente diferente de outro ambiente. Parece que dentro de um templo, mudamos até de personalidade: “quem é extrovertido fora dele (templo), vira uma pessoa séria dentro dele; quem é soberbo, „vira‟ humilde; quem é ladrão ou traficante ou mulherengo ou pedófilo e etc, „vira‟ uma pessoa de bem; quem é fora dele profano, dentro dele vira santo”. E por aí vai, porque a lista tende a ser longa nessa simples comparação.
1 Eucaristia (ritual de comunhão). É o primeiro dos sacramentos católicos romanos e momento em que os fiéis participam de uma espécie de ceia onde todos os presentes comem uma hóstia de trigo com ou sem vinho, que de acordo com a crença; foram transubstanciados no próprio corpo e sangue de Cristo.
Na antiga Aliança encontra-se uma direção para a resolução dessa compreensão:
“Vai, e dize a meu servo Davi: Assim diz o Senhor: Edificar-me-ás tu uma casa para eu nela habitar? Porque em casa nenhuma habitei, desde o dia em que fiz subir do Egito os filhos de Israel até o dia de hoje, mas tenho andado em tenda e em tabernáculo. E em todo lugar em que tenho andado com todos os filhos de Israel, falei porventura, alguma palavra a qualquer das suas tribos a que mandei apascentar o meu povo de Israel, dizendo: por que não me edificais uma casa de cedro?” (II Sm 7: 5-7). “Quanto a esta casa que tu estás edificando, se andares nos meus estatutos, e executares os meus preceitos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, que falei a Davi, teu pai; e habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel” (I Rs 6:12-13). “Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que o céu, e até o céu dos céus, não te podem conter; quanto menos esta casa que edifiquei!”(Êx 8:27).
Observa-se por meio desses versículos bíblicos as recomendações do Senhor sobre o templo. No texto do profeta Samuel, registra-se o período em que Davi estava estabelecendo seu reinado sobre todas as tribos dos reinos do norte (Israel) e sul (Judá) depois da trágica morte do rei Saul. Naquele contexto de “realização” pelo o trono unificado, Davi esboça seu desejo na construção de uma possível casa para seu Deus: “Eis que eu moro numa casa de cedro, enquanto que a arca de Deus dentro de uma tenda” (II Sm 7:2). Para Davi, o seu Deus estava em prejuízo, porque como que ele simples mortal poderia ter uma mansão enquanto que o grande Rei dos reis habitava em um simples tabernáculo? A intenção do jovem rei foi boa, porém a mentalidade do Senhor foi outra: “Edificar-me-ás tu uma casa para eu nela habitar?” (II Sm 7:5). Em outras palavras, Deus queria mostrar para Davi que Ele, o Eterno não “poderia” residir naquilo que é temporal (templo) e muito menos havia pedido a construção de um templo. Já no texto do primeiro livro dos reis de Israel, vemos outra explicação do Senhor sobre o templo que os homens criaram para Sua possível habitação. Nesse segundo contexto, o jovem rei Salomão estava em alta no trono hebreu e em paz. Para cumprir com um dos pedidos do seu falecido pai (Davi), Salomão construiu o templo e consagrou-o ao Senhor Jeová. Entretanto, tanto Salomão como o povo hebreu, recebeu do Criador uma condição: “se eles obedecessem ao Senhor, Ele estaria no „meio‟ do povo, mas; se eles desobedecessem, Ele não mais „estaria‟ entre eles” (I Rs 6:12-13). Isso não quer dizer, que nossas ações definem a aproximação Divina sobre nossas vidas, porque como diz Paulo, somos salvos pela graça de Deus e essa salvação não depende de nós, mas sim do amor incondicional de d‟Ele sobre nós, pecadores (Ef 2: 8-9). O fato era: Deus estaria entre o povo (templo) pela condição da obediência irrestrita, entretanto; sabemos que segundo aquele período (Lei) ninguém seria justificado, dessa feita; não haveria como o Santo Deus permanecer habitando naquele templo. Somente em Cristo é que o homem na sua individualidade teve a chance de ter reestabelecido seu relacionamento com o Criador (Gn 3:8; Lc 23:45-46). Esses dois textos citados anteriormente são fundamentais para a compreensão de um dos maiores alvos da redenção messiânica, que é o reestabelecimento do relacionamento do homem com
Deus. No primeiro (Gn 3:8), o homem havia perdido esse relacionamento por meio do pecado (desejo de ser como Deus: Gn 3:3-6), porém no segundo texto (Lc 23:45-46), vemos a nossa comunhão com o Criador sendo renovada por meio da Obra vicária de Jesus Cristo.
Deus não se encontra no templo. A questão não é tão complicada de ser compreendida, pois a moradia Divina não se restringe a nenhum lugar:
“Disse-lhe a mulher: vejo que és profeta. Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4:19-24).
Isso quer dizer que o Pai não reside em nenhum lugar restrito, contudo; aqueles que foram feitos Sua imagem e semelhança (Gn 1:27) conseguem adorá-Lo. Por sermos a imagem de Deus, podemos aproximar-nos d‟Ele em qualquer momento ou circunstância. Em outra parte da Bíblia, Paulo fala que o ser humano é a habitação Divina: “Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque sagrado é o santuário de Deus, que sois vós” (I Co 3:16-17).
Essa era uma exortação paulina quanto ao amadurecimento na fé dos cristãos de Corinto que viviam sob a influência carnal (inveja, partidarismo, imoralidade, injustiça e etc). Partindo dessa exortação, podemos entender que a presença de Deus está nas pessoas e sobre todo o lugar. Ele não é um ser estático como os deuses pagãos que “vivem” em seus templos, Ele é dinâmico e se relaciona com sua criatura que foi feita sua imagem.
Deus está na Ecclesia2! O Senhor da Bíblia é dinâmico, isto é; Ele é onipresente e está atuando em todo o universo. Além disso, vale ressaltar que Deus é atemporal e “habitou” em Cristo (Jo 10:30) na história. Partindo desse pressuposto, entraremos em um dos maiores mistérios das Escrituras Sagradas que é a habitação do grande Eu Sou em Jesus de Nazaré. Antes, o Senhor “habitou” no tabernáculo (Êx 29:45-46), depois no templo (I Rs 6:13), adiante encarnou-se em Jesus, o nazareno (Jo 10:30) e agora mediante sua maravilhosa graça, Ele habita em nós (Rm 8:11). Dessa feita, Deus se faz presente na vida das pessoas (Ecclesia). Entendendo melhor essa ideia, chegaremos à conclusão de que nosso desejo em agradar a Deus mediante o culto cristão (cânticos, ofertas e por aí...) não é suficiente. Por que se chegamos a conclusão de que Deus está nas pessoas, qual seria a maneira de o agradar? Talvez alguém respondesse: “ ué, cantando pro homem (a); dando oferta pra alguém; construindo um templo para o povo”. Entretanto, não é isso, Deus não se satisfaz com música, oferenda (oferta), sacrifício e etc; pois Ele não é como os deuses pagãos que são frutos da imaginação de algumas
2 A Eclésia (em grego: Εκκλησία, ekklesia) era a principal assembleia popular da democracia ateniense na Grécia Antiga. Ecclesia é uma palavra latina, que quer dizer "igreja", atualmente, mas que significou, originalmente, "curral" ou "abrigo de ovelhas". O conjunto dos cristãos que se reúnem regularmente em um local (templo) também é chamado de igreja.
pessoas. Nos folclores de várias culturas tribais no mundo, observam-se vários rituais de culto (cântico, oferenda, sacrifício) aos deuses. Porém, em Jesus Cristo vemos o que Deus espera dos Seus:
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós. Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5:3-16).
Se entendemos que Deus não está no templo estrutural e sim na vida das simples pessoas, aprenderemos a adorá-Lo como lhe é devido, ajudando uns aos outros (Rm 12:10; Gl 5:13), amando uns aos outros como Ele nos amou (Jo 13:34). Como faremos isso? Doando-nos para o bem do próximo, ou seja; revertendo os efeitos da queda sobre os homens levando dignidade, respeito, valorização e salvação a todos que vivem aquém da graça oferecida gratuitamente por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Lembremos que quando estivermos em contato com qualquer pessoa, é hora de adorar a Deus!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Membros de igreja se privam de refeições para alimentar crianças do Quênia
Em campanha para conscientização sobre a falta de alimentos no mundo, membros de uma igreja em Ohio (EUA) estão se privando de uma alimentação mais completa para arrecadar dinheiro e enviar a escolas de crianças carentes do Quênia.
Liderados pelo Rev. Tony Myles, mais de 50 membros da Connection Church estão comendo apenas arroz e feijão durante cinco dias para economizar dinheiro que será enviado para o país africano.
Em entrevista ao Akrons Beacon Journal, o rev. Myles falou sobre a campanha da igreja: “Isso definitivamente mexe com o seu sistema digestivo. Mas nos ajuda a compreender o que significa viver sacrificialmente”.
“Quando eu sento e oro antes de cada refeição, encontro-me mais grato, porque enquanto eu estou fazendo isso por escolha, as crianças em países do terceiro mundo nem sempre sabem quando, ou se, sua próxima refeição está chegando”, completou o pastor da Connection Church.
De acordo com a CBN a missionária do Gospel Harvest Ministries, Cathy Perman, falou recentemente à igreja sobre como é a vida das crianças nas escolas quenianas: “As necessidades não são muito maiores do que os recursos que eles têm. Sem o apoio de igrejas como a de Connection, não haveria uma escola para ajudar as crianças”. Em seu relato a missionária contou também que “muitas das crianças quando chegaram pela primeiramente à escola, estavam tendo vários problemas de estômago. E em conversa com seus pais, o bispo descobriu que era porque eles não estavam acostumados a comer, às vezes, ficavam três dias sem comida”.
É o segundo ano que a igreja faz esse desafio, que no ano passado arrecadou US$1.000 que foram enviado a uma escola em Nairóbi.
Ressurgiu!
Ressurreição! O texto de Mateus 28. 1-10 traz a mais extraordinária de todas as notícias: “Ele vive!” A ressurreição de Cristo é o ponto focal da esperança cristã. O apóstolo Paulo, por exemplo, faz referência a esse fato marcante cerca de 53 vezes em seus escritos.
Um dos grandes perigos da atualidade é a sutil desconstrução da ressurreição – num mundo sem encantos, uma ressurreição sem fascínio, sem perplexidade, uma teologia sem prática. É a tentativa satânica de ridicularizar o magistral.
O que mais me encanta na ressurreição de Cristo é que, mesmo sendo extraordinária, operou no comum. Não foi um evento sufocante. Jesus se recusou a usá-la como mecanismo de intimidação ou emocionalismo. Ele poderia dizer, no ápice da cruz: “aguardem! Em três dias vou aparecer retumbante e vocês verão com quem estão lidando!” Não! A ressurreição foi o evento do amor, não do medo.
Eugene Peterson frisa que a ressurreição se dá na companhia de amigos que se conhecem pelo nome. O verso 10 enfatiza a frase: “avise aos meus irmãos”. Não foi uma exibição impessoal feita diante de multidões ávidas pelo êxtase barato do místico. Foi vivenciada numa abençoada rede de contatos pessoais. Privilégio dos íntimos.
Há alguns detalhes na narrativa bíblica que ainda me emocionam:
1. Mulheres lutando contra a realidade inflexível da morte
Marcos e Lucas citam as mulheres comprando perfume para levarem ao túmulo. Elas foram prestar um culto perfumado no ambiente dos cheiros detestáveis. Parece até que recebem por compensação a maravilha da anunciação: porque tiveram amor suficiente para adorá-lo enquanto ainda estava morto, agora terão a honra de anunciar ao mundo que “Ele vive!”
A ressurreição lhes reservava uma reviravolta: elas foram ao túmulo cuidar dos assuntos que envolviam a morte, mas foram surpreendidas e passaram a espalhar a notícia da vida! Foram ao lugar das lágrimas e receberam o maior de todos os sorrisos.
Elas estavam preocupadas com a pedra e o trabalho que teriam para removê-la. Esqueceram do que o próprio Jesus revelou sobre o Pai: “meu Pai trabalha!” Deus é o único Deus trabalhador da história! Chegaram ao túmulo e o trabalho já tinha sido feito.
Até hoje, muitos culpam Eva, no Éden, pelos rumos que a humanidade tomou, como se ela fosse a única responsável por abrir a porta da última solidão. Agora, na ressurreição, começa a acontecer o que chamo de “restauração de Eva”. O feminino marca presença. O primeiro olhar para o Cristo Vivo é feminino. Em João 20.15 entra o grande detalhe: “Ela pensou que ele fosse o jardineiro” – ela acertou! O jardineiro voltou. A ressurreição trouxe o paraíso de volta aos olhos. É a redenção de Eva.
2. Jesus apresentou à morte a reversão da irreversibilidade (I Co. 15. 52-57)
A morte é marcada por uma palavra dura: Irreversível! Se alguém morre, uma certeza temos: nunca mais o veremos. Esse alguém não voltará a bater na porta de nossa casa. É irreversível. A morte costuma causar em nós sensações terríveis. Não conheço nenhuma pessoa que goste de dar ou receber notícias de morte. A fala demora a sair, as lágrimas descem. A morte nos tira do chão.
Agora, o que me dá um canto de vitória é saber que o que a morte causa em nós, Jesus causou na morte! Imagine o susto que o Império da Morte levou ao ver Jesus vivo novamente depois de três dias! Jesus apresentou-lhe a reversão da irreversibilidade e colocou esse cântico magnífico na boca de Paulo:
“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”.
John Donne (1573-1631) escreveu um poema chamado “Morte, não te orgulhes”:
De poderosa e espantosa, pois não és tal;
Pois aqueles que pensas teres vencido,
Não morrem, pobre morte; e nem podes matar-me.
Do descanso e do sono, que são apenas tuas figuras,
Vem muito prazer; então de ti muito mais deve vir;
E logo nossos melhores homens contigo se vão –
Mas isso é repouso para seus ossos, e livramento da alma!
És escrava da sorte, da chance, de reis e homens desesperados,
E habitas com o veneno, a guerra e a enfermidade;
Papoula e encantamentos podem fazer-nos dormir também,
E são melhores que teu golpe. Por que te inchas, pois?
Passado um breve sono, e despertamos eternamente,
E a morte já não existirá: morte, tu morrerás!
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Convertida, ex-dançarina do grupo “É o Tchan” viaja pelo Brasil contando testemunho
Débora Brasil, ex-dançarina do grupo de axé “É o Tchan”, se converteu ao evangelho e agora canta músicas com mensagens bíblicas, e agora com 41 anos, viaja pelo Brasil contando seu testemunho e pregando.
Recentemente, participou da gravação de um DVD gospel: “Participei do projeto de Ivan Dias (ex- Laranja Mecânica). Em seu DVD, vários outros nomes da música baiana estiveram, como Lázaro (ex Olodum), Ícaro Dias, Julinho (ex-banda Reflexus) e Silvinho do Acordeon”, conta a ex-parceira de Carla Perez.
Sobre a relação com Carla Perez, Débora conta que hoje, todas as rusgas foram superadas. Quando Débora saiu do grupo “É o Tchan”, foi acusada de fazer “macumba” contra a ex-parceira de coreografias. “Eu e a Carla somos amigas, companheiras. Tudo que aconteceu no passado, ficou no passado. Nos falamos essa semana, foi o aniversário dela e meu também. Como ela também é evangélica, nossa relação é ainda melhor”, conta ela.
A adaptação à falta de holofotes não foi fácil para Débora, que após sair do famoso grupo de Axé, tentou carreira solo, cantando em carnavais por todo o Brasil, e formou um outro grupo de axé, chamado “Dengo de Mulher”, que contou com a ajuda indireta do líder de seu antigo grupo, Beto Jamaica, com quem viveu por cinco anos, segundo informações do Correio 24 Horas. “Minha saída do ‘Tchan’ não foi uma troca direcionada à música gospel, vim pra igreja num momento muito difícil e através dessa minha entrada, comecei a cantar dentro da igreja, depois de uns 4 anos. Foi quando descobri que o que eu fazia no mundo, também tinha liberdade de fazer direcionada à Deus. Deus me deu o dom e eu estou devolvendo em forma de música”, explica Débora.
Atualmente, solteira e “aguardando providência divina” em relação à vida sentimental, ela afirma não se arrepender dos tempos em que dançava axé. “Não me arrependo, de forma nenhuma, dos tempos de ‘Tchan’. Hoje eu sou uma nova criatura, vivo o melhor de Deus. Não me importo que me julguem, que me apontem. Deus que é soberano, só Ele compreende todas coisas. Aquele tempo passou. O dinheiro, a fama e o sucesso também passam. A glória de Deus fica”, afirma, convicta.
BR-367 situação está caótica
Nos últimos dias, quem precisou passar pela BR 367 no trecho de Virgem da Lapa, Berilo, Chapada do Norte e Minas Novas exercitou seu espírito aventureiro.
Quero continuar crendo nos homens e sei que o Deputado é homem de Deus e não vai nos decepcionar, talvez queria falar 1º de Abril de 2012.”


