quinta-feira, 31 de maio de 2012

ABORTO OS SETE MÉTODOS DE HOMÍCIDIO PLANEJADO CONTRA SERES HUMANOS INDEFESOS


Desculpem-nos pelas imagens duras, mas a realidade é pior...




"Não darei medicamento mortal a ninguém que me solicitar, nem sugerirei tal
conselho, e de igual modo, não darei a nenhuma mulher meio que produza
aborto."

Trecho do juramento de Hipócrates, feito pelos médicos na formatura.



Argumentação vazia

De todos os motivos alegados para a realização do aborto, o mais comum é a questão financeira. As gestantes que se baseiam nesta desculpa, provavelmente desconhecem o que está escrito em Mateus 6.25, 33: " Não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viver e nem com a roupa que precisam para se vestir (...) Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas" (NTLH). Outras passagens como Salmo 37.25 e Filipenses 4.19, também garantem suprimento divino.


A Segunda Epístola do apóstolo Paulo a Timóteo, capítulo três, relata que o homem, nos últimos dias, seria sem afeto natural. Na época do Antigo Testamento, algumas da nações pagãs faziam o que a Bíblia descreve como "fazer seus filhos passarem pelo fogo". Isso se referia ao costume de oferecer os seus filhos ao deus demoníaco (Moloque), um ídolo imenso com braços móveis presos com dobradiças nos cotovelos. A sua boca, de onde saía fogo, servia como incinerador de corpos de bebês.

Ainda hoje não é diferente, pois existem diversos métodos que as mães utilizam para se livrar dos seus bebês, tão cruéis quanto os do passado.

Dilatação e curetagem (D&C)

A cérvix é dilatada com uma série de instrumentos para permitir a introdução de um cureta ou outro instrumento pontiagudo no útero. O feto, então, é esquartejado e raspado das paredes do útero. Como qualquer ser humano ele sente dor e medo. Com apenas um mês, ao ser perseguido por algum objeto, ele tenta desesperadamente fugir. Seus movimentos e a aceleração de seu pulso são sinais não só de vida, mas também de instinto de sobrevivência.


Curetagem por sucção (aspiração a vácuo)

A cérvix é dilatada como em uma D&C, e nela é inserido um tubo conectado a um possante aparelho de sucção. O vácuo é tão poderoso que o bebê é feito em pedacinhos.

Envenamento salino

É um método usado após 16 semanas (4 meses), quando a bolsa em volta do pequenino filho tem fluído acumulado em quantidade suficiente. Uma agulha longa é inserida através do abdômen da mãe para retirar um pouco do l´quido amniótico. Em seguida, uma forte solução salina é injetada e o feto, ao engoli-la, começa a ser literalmente queimado vivo pela solução.



O bebê sofre terrivelmente, contorcendo-se dentro do útero materno durante, aproximadamente, uma hora, quando, finalmente, morre. Em 24 horas, o corpo da mulher entra em trabalho de parto, expelindo o cadáver.

Histerotomia ou cesárea

Método usado especialmente nos últimos meses de gestação. O bebê é removido do ventre da mãe por meio de uma cesárea e propositalmente os cuidados com ele são negligenciados para que morra. Algumas vezes é morto por atuação direta.

Aborto químico

Produtos químicos são ingeridos pela mãe, provocando fortes contrações que expulsarão o bebê ainda em desenvolvimento. As contrações são tão fortes que já aconteceu de os pequeninos seres humanos terem sidos decapitados.


Parto parcial
Neste método, o médico puxa o bebê para fora do corpo da mulher, deixando apenas a cabeça para dentro. Em seguida, introduz um tubo em sua nuca, o qual sugará a massa cerebral. Depois desse procedimento, o bebê é totalmente retirado.


Pílula do dia seguinte
Ao ser tomada, até 48 horas depois da relação sexual, impede a fixação do óvulo na parede do útero, provocando o aborto.

Conclusão
Pais e mães que optam pela morte da sua própria posteridade parecem ter esquecido que um dia passaram pela fase da gestação uterina, foram crianças totalmente indefesas e só existem hoje porque tiveram a proteção dos seus progenitores.

Devemos amar os infantes como a nós mesmos. A dor que sentimos eles sentem também. Temos que respeitá-los na sua incapacidade temporária e proporciar-lhes a chance de crescerem e serem felizes como nós queremos ser.

"Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre, o seu galardão" - Salmo 127.3 (ARA).

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OBS da fonte: Artigo não assinado e postado de maneira adaptada ao blog. Extraído da revista Carta Viva, nº 59, edição de outubro de 2000.
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Comentários de Genizah
Diante do exposto, sinto enorme ímpeto de citar o Cardeal Carlo Maria Martini que em carta dirigida a Umberto Eco – página 37 do livro “Em que crêem os que não crêem” - Ed. Record – cuja opinião muito me comove:

[...]

Mas também sobre este ponto é necessário que se faça luz. Muitas vezes se pensa e se escreve que a vida humana é, para os cristãos, o valor supremo. Tal modo de exprimir-se é, no mínimo, impreciso. Não correspondem aos Evangelhos, que dizem: “não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma” (Mateus 10:28). A vida que tem valor supremo para os Evangelhos não é aquela física, sequer a psíquica (para os quais os Evangelhos usam os termos gregos Bios e psyché), mas a vida divina comunicada ao homem (para qual é usado o termo zoé).

Os três termos são acuradamente distinguidos no NT e os dois primeiros são subordinados ao terceiro: “Quem ama a sua vida (psyché) a perde e quem odeia a sua vida (psyché), deste modo a conservará para a vida eterna (zoé) – João 12:25. Por isto, quando dizemos VIDA com maiúscula devemos entender, antes de tudo, a suprema e concretíssima VIDA e SER que é próprio de Deus. É esta vida que Jesus atribui a si (“Eu sou o caminho, a verdade e a VIDA (zoé)” - João 14:6, e da qual cada homem e cada mulher é chamado a participar. Assim, o valor supremo é o homem vivente da vida divina.
Daí se depreende o valor da vida humana física na concepção cristã: é a vida de uma pessoa chamada a participar da vida do próprio Deus. Para um cristão, o respeito da vida humana desde a primeira individualização não é um sentimento genérico (pessoal ou intelectual), mas o encontro com uma responsabilidade precisa: a deste ser vivente humano concreto cuja dignidade não está confiada apenas na avaliação benevolente minha ou a impulso humanitário (*) , mas a um chamado divino. É algo que não é apenas “eu” ou “meu” ou “dentro de mim”, mas diante de mim.
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