quinta-feira, 26 de novembro de 2015

E daí ? Eu posso pagar!



No inicio cheguei a achar que a profissão de carteiro exigia esforço além das minhas forças e uma demasiada exposição ao sol, fato não muito agradável em tempos de aquecimento global. Com o tempo aprendi a florescer no jardim que Deus me plantou, entendi o quanto é importante observar e ser relevante de alguma maneira em uma comunidade que clama pela manifestação dos filhos de Deus.
Nessa minha virtude de bom e modesto observador, eu vi que é realmente importante  pra maioria das pessoas é se elas podem pagar  por conforto, felicidade e prazer . Se conseguem pagar por algo que lhes proporcione o bem estar, tudo bem.
Se consigo pagar pela água que lavo meu carro a cada vez que um pequeno resquício de poeira  suja meu vidro, tudo bem .
Se consigo pagar pela água que vaza da caixa de forma imensurável, tudo bem.
Se a água que eu molho a calçada, faço baixar a poeira da rua e molho pela oitava vez minhas plantas, tudo bem.
Consigo pagar pelos alimentos que não sei de onde vem, nem o que é necessário pra produzi-los; a carne pro nosso churrasco, alimentando o insaciável e nos levando a relevar o não lembrado pecado da gula, se posso pagar é o que importa.
Achei que haveria algum homem na politica que poderia me ajudar, mas logo descobri que tudo que os engravatados fazem é pago por dinheiro de um povo que em si  coloca preço de quatro em quanto anos. Uma pechincha pra quem  pode pagar.
Descobri que alguns dos nossos políticos estão cobertos por uma lama maior que a Samarco derramou sobre o Rio Doce, com isso aprendi que até por um desastre sem precedentes se pode pagar.
Fui pra igreja procurando uma ajuda pra me livrar desse pensamento hedonista que entende que tudo pode ser pago. Que decepção! Lá vi homens pagando por milagres nunca vividos, gente que bate de porta em porta procurando por prazer e bem estar. Eu vi lobos agirem como terroristas que fazem com que homens se rasguem por inteiro para atingir o sagrado, pagando um alto preço e tentando coagir Deus por algo que já foi totalmente pago na cruz do calvário.

Descobri com Jesus que onde está o meu tesouro, ali está meu coração. Minha oração nesse tempo é pra que meu olhos estejam voltados pro alto, pras coisas lá de cima. Estas são indestrutíveis e por mais que falem que depende de mim, tenho absoluta convicção que é de graça , por graça e pela minha salvação não posso pagar.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dizer "não" é fundamental para a educação financeira dos filhos


Para muitas famílias, levar crianças às compras é um verdadeiro transtorno. Elas pedem tudo e não aceitam um "não" como resposta: choram, batem pé, fazem escândalo. Envergonhados, muitos pais acabam cedendo aos apelos dos pequenos. E, de pedido em pedido, lá se vai o planejamento financeiro da família.

Dizer não pode ser difícil, mas é necessário. E não apenas por causa do orçamento doméstico mas, sobretudo, para a construção da personalidade e saúde psicológica das crianças. “Impor limites é importante para estruturar a personalidade da criança, tanto emocional, quanto cognitiva e socialmente. Crianças bem educadas, com delimitação de limites e obrigações, tendem a ser mais respeitosas, simpáticas e empáticas”, afirma Marcelo Quirino, psicólogo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A psicóloga Cynthia Wood, especialista em psicopedagogia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, acrescenta que é responsabilidade dos pais ensinar a criança a lidar com as frustrações. Segundo a profissional, se os pais não ensinarem essa habilidade, ninguém ensinará e, no futuro, a criança se tornará um adulto que não sabe trabalhar em equipe, respeitar chefes ou, mesmo, lidar com os problemas do cotidiano e, naturalmente, com as próprias finanças.

Os especialistas aconselham que a palavra “não” esteja presente no diálogo entre pais e filhos desde os primeiros anos. Quanto mais cedo, mais fácil e tranquilo será o aprendizado dos limites. Veja, a seguir, a forma mais adequada de falar “não” às crianças de diferentes faixas etárias:

Até 2 anos – nessa primeira fase, o bebê ainda está incorporando os conceitos relacionados a cada palavra. A palavra “não” é dita sobretudo em situações em que o bebê pode se expor a risco e tem que ser repetida inúmeras vezes. Sempre com tranquilidade e paciência, mas firmeza.

Dos 3 aos 5 anos – a criança entende bem o significado da palavra “não”, mas retém informações por curto período de tempo e, além disso, tentará de tudo para fazer valer sua vontade. Essa é a fase da teimosia. Portanto, as repetições continuam necessárias. Em resposta a pedidos, os pais podem começar a dizer que determinados presentes são dados somente em datas especiais, como aniversário ou Natal. Para ajudar a criança a entender a noção de tempo, os pais podem mostrar no calendário as datas de quando ela poderá ganhar o presente.

Dos 5 anos aos 10 anos – a criança já tem uma noção de tempo e pode compreender perfeitamente a explicação de que os pais não ganham o suficiente para determinada compra. Mas poderá testar a paciência deles. Os pais devem manter a palavra e não se alterar diante da insistência dos pequenos.

Pré-adolescentes (entre 10 e 14 anos) -  os pais já podem explicar que pagam colégio, médico, supermercado e já podem mostrar o quanto sobra para investir em projetos e desejos pessoais. Nessa idade, a palavra “não” a pedidos de compras pode ser justificada pela própria planilha de orçamento familiar.
Fonte: Postallis

domingo, 18 de outubro de 2015

Eucalipto,nos fez bem ou mal? Saiba um pouco mais sobre o impacto da monocultura do eucalipto na nossa região.

Com uma crise hídrica batendo na porta do país  , todos se perguntam como o vale do Jequitinhonha que sempre sofreu pela falta de chuvas pode sobreviver.
As noticias são desanimadoras , rios como Araçuaí , Fanado, Jequitinhonha e outros estão secando;riachos já secaram ,nascentes pararam de jorrar e poços artesianos que antes se apresentavam como paliativo para tempos de seca, estão vazios.
Não nos resta tempo pra lamentar , a urgência de ontem é que a propostas para salvar o vale de um processo de desertificação anunciado sejam apresentadas o mais breve possível. 
Não são raros os relatos sobre a biodiversidade de nossas matas ,dos animais que traziam vida pro nosso cerrado,  de uma economia de subsistência que era vivida pelo homem do campo em tempos nem tão distantes.Tudo isso foi substituído pelo “deserto verde”, que com a mecanização nem 10 % dos empregos de antes, podem ser oferecidos  à nossa gente.
É  altamente questionável os benefícios da monocultura de eucalipto no nosso vale , que em alguns anos desde a chegada da Acesita e Suzano  ao vale , trouxe crescimento econômico , vagas de emprego  e de alguma forma diminuiu o processo migratório da nossa gente para os grandes centros.
Terras que pertenciam a pequenos produtores foram adquiridas por valores irrisórios  e repassadas para a Acesita que implantou na nossa região uma das maiores plantações de eucalipto do país.Não bastasse as grandes empresas , temos visto hoje que o pequeno produtor tem abandonado o cultivo de alimentos como (milho,feijão,arroz,etc), substituindo pelo plantio do eucalipto.
O que é mais triste nesse cenário é o desconhecimento do impacto ambiental que pode gerar o "deserto verde".Margens de grandes rios são devastadas, nascentes desprotegidas e um povo é afetado pela ganância de quem não pensa no amanhã , se mostrando inconsequente em relação ao meio ambiente.
Baseado em alguns estudos , sei que a monocultura do eucalipto pode afetar de diversas formas uma região .Em estudo que se tornou marco sobre o tema, o cientista AUGUSTO RUSCHI, assegura-nos que  o consumo assombroso de água derivado da monocultura do eucalipto é responsável pela deficiência hídrica verificada no já devastado norte do Espírito Santo, ao ponderar que:

“Como já explanei em outras palestras, a fisiologia de algumas espécies, como o Eucalyptus Saligna, o mais plantado no Espírito Santo, exige um consumo monumental de água (...) a partir do terceiro ano de vida uma planta desta espécie consome por ano 19,6 milhões de litros de água, e um hectare com 2.200 árvores consome 49,6 bilhões de litros de água, dando esse total uma equivalência pluviométrica de 4.000 mm de chuva por ano. Se considerarmos que na região dos eucaliptos a precipitação anual chega em média a 1.400 mm/ano de chuva, a diferença necessária de mais de 2.000mm é retirada do solo e subsolo, tanto pela função osmótica como pela função de sucção das raízes”.

O verde que recobre a agroindústria, como vemos, é enganador.  As vastas plantações de eucalipto não são florestas, não se prestam a restaurar as infindáveis áreas de matas nativas suprimidas por esse insano modelo econômico e não geram nem a décima parte da oferta de empregos bradada por seus empreendedores.
Gostaria de pontuar alguns dos impactos que o "deserto verde" pode causar:
- Desertificação do clima e de solo: as grandes florestas como as de eucalipto necessitam de uma enorme quantidade de água, para se ter uma idéia,  cada pé de eucalipto necessita, para crescer satisfatoriamente, levando-se em conta o rendimento econômico, de aproximadamente 30 litros de água por dia, o que acaba gerando um grande déficit hídrico nas regiões onde são cultivados, gerando assim certa desertificação da região. Esse é um grave problema, já que muitas plantações são realizadas às beiras de córregos e nascentes de rios, o que acaba por ressecar o solo.


- Ressecamento do solo e uma maior exposição à erosão: como o eucalipto está sendo plantado visando-se unicamente uma maior viabilidade econômica possível, depois de alguns anos a plantação é cortada, deixando o solo empobrecido e exposto a erosão, causando enormes impactos ambientais na região onde estava sendo cultivada a floresta. Outro problema é que, para se tentar recuperar áreas tão degradadas como essas, são gastas enormes quantias de dinheiro por parte das autoridades competentes;
- Diminuição da biodiversidade: como acima citado, as florestas de eucalipto são cultivadas priorizando somente um retorno econômico. Assim sendo, não são cultivadas juntamente outras espécies de vegetais, o que diminui a diversidade vegetal da região de floresta, já que a mesma também impede que gramíneas e pequenos arbustos cresçam e se desenvolvam, embora quando estejam pequenas, as árvores do eucalipto, não forneçam um bloqueio radiação solar como quando estão grandes. Outro problema é a falta da diversidade da fauna, já que os únicos animais que conseguem sobreviver nesses tipos de florestas são “formigas e caturritas (aves predadoras de lavouras que usam as árvores de eucalipto como abrigo, mas não se alimentam delas)”.

Uma das empresas que atuam no ramo é  a Aracruz  , ela se defende contra as denúncias de que o eucalipto seca a água do solo e degrada o mesmo retirando os seus nutrientes com os seguintes argumentos:
- As raízes do eucalipto, assim como as de outras espécies arbóreas cultivadas, como laranja e manga, ficam muito longe do lençol freático. (...) Assim, a água disponível para o eucalipto crescer vem da camada superficial do solo. As florestas plantadas de eucalipto consomem a mesma quantidade de água que as nativas, mas são mais eficientes na conversão de água em madeira, pois crescem mais depressa. O eucalipto consome em média 0,43 m³ de água para produzir 1 kg de madeira. A floresta nativa, 1,3 m³. Além disso, mais água da chuva chega ao solo das florestas plantadas, porque, nas nativas, boa parte da água fica nas copas das árvores. (site: Aracruzresponde).

- O regime hídrico da região
De acordo com os artigos analisados, apenas em regiões de pouca chuva,
abaixo de uma faixa de 400 mm/ano, o eucalipto poderia acarretar ressecamento do solo. Ou seja, os impactos sobre lençóis freáticos, pequenos
cursos d´água e bacias hidrográficas dependem da região em que se insere a plantação (e também da distância entre as plantações e a bacia hidrográ-fica e da profundidade do lençol freático).
 - As considerações a seguir têm por objetivo responder duas questões: em primeiro lugar, o eucalipto consome mais água para seu crescimento do que outras formas de cultivo?; em segundo lugar, as florestas de eucalipto podem influenciar aspectos hidrológicos e/ou climáticos (volume de precipitação,água contida no solo, lençóis freáticos, nascentes) do ambiente em que se inserem?
Poore & Fries (1985) afirmam que, quanto mais rápido o crescimento de uma árvore, maior seu consumo de água.
Esse consumo de água, entretanto, não significa que o eucalipto, necessariamente, seca o solo da região onde se insere ou, tampouco, impacta, negativamente, os lençóis freáticos. Isso porque o ressecamento do solo em florestas de eucalipto depende não somente do consumo de água pelas plantas, mas também da precipitação pluviométrica da região de cultivo.Davidson (1993), entre outros estudos, aponta que, somente em áreas de precipitação pluviométrica inferior a 400 mm/ano, o eucalipto pode acarretar ressecamento do solo – ao utilizar as reservas de água nele contidas(podendo, nesse caso, prejudicar também o crescimento de outras espécies – fruto da denominada “alelopatia”13). Em regiões de maior volume pluviométrico, portanto, as plantações de eucalipto, por receberem mais água do que aquilo que consomem, não levariam ao ressecamento do solo.
Tentando estudar os dois lados, não tenho dúvidas do impacto  da monocultura em nosso vale. O que sei é que as grande empresas do ramo que ainda atuam na região oferecem poucos empregos e com a falta de água  na região, o resultado dessa equação crescimento econômico x degradação ambiental cairá na conta da nova geração que corre sério risco de não mais ter o que beber , comer e fazer. 

Fontes:
 WAGNER GIRON DE LA TORRE, é Defensor Público no Estado de São Paulo e Coordenador da Defensoria Regional de Taubaté. http://www.ecolnews.com.br/eucalipto_monocultura_e_insustentabilidade_ambiental.htm

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

APÓS VOLTAR A VENCER COM O FLU, FRED É BATIZADO EM IGREJA EVANGÉLICA

Após marcar um dos gols que marcou o primeira vitória do Fluminense no returno do Campeonato Brasileiro - o Tricolor venceu o Goiás por 2 a 0 no sábado -, o atacante Fred foi batizado em uma igreja evangélica no domingo. Durante a cerimônia, o jogador vestiu uma roupa branca e teve a cabeça mergulhada na água por membros da igreja. Ao levantar, ele agradeceu levantando os dedos ao céu, gesto que costuma fazer ao comemorar seus gols.

Quem filmou o momento foi o chinês Bing ChagBao, que chegou a integrar o elenco do Botafogo este ano. O jogador, no entanto, não chegou a ter chances no elenco principal do Alvinegro.

"Parabéns irmão @fredguedes9 pelo seu batismo, que você seja grande exemplo e testemunho de um Deus vivo nesta nação”, escreveu o ex-botafoguense no Instagram.



Fred batizado


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

PASTOR COSPE ÁGUA NA BOCA DE FIEL PARA “CURAR” #VÍDEO







Circula nas redes sociais um vídeo mostrando um pastor ensinando uma prática bizarra e não bíblica em sua igreja.

No momento em que ora pelas pessoas que desejam cura, cospe água na boca de um fiel e depois joga um copo de água na cabeça do homem, que cai ao chão.

Muitos internautas comentaram as imagens, criticando o pastor, que não teve seu nome revelado. Contudo, parece que esse tipo de prática tem se tornado tão comum em alguns segmentos evangélicos que não causa mais tanta surpresa. O material foi notícia em sites de diversos jornais do país.Fica nítido que isso não assusta os presentes, que continuam entoando uma canção de louvor.

Um dos comentaristas escreveu: “Isso é um ritual pagão disfarçado de evangelho! Além de falta de higiene! O Salvador está voltando!”. Mas há quem defenda o pastor. “Loucura pro incrédulo mas a Glória de Deus pros crentes. Deus usa quem quer e da maneira que quiser”, afirma outro comentário.

Alguns vídeos de pastores fazendo coisas “estranhas” viralizaram. 

Assita:


ANDRÉ VALADÃO RECEBE R$ 200 MIL DE CIDADE POBRE EM PERNAMBUCO E CAUSA REVOLTA





O cantor gospel André Valadão teve seu nome envolvido em um escândalo político na cidade de Cabo de Santo Agostinho, litoral sul de Pernambuco. Ele foi contratado pela prefeitura da cidade para gravar um CD ao vivo no município, que passa por problemas financeiros. O valor do contrato foi de 200 mil reais.

De acordo com informações divulgadas pelo Blog do Janildo, vinculado ao UOL Notícias, o prefeito da cidade, Vado da Farmácia (PTB), teria contratado André para gravar um CD e DVD ao vivo na cidade no próximo sábado, dia 26. O título do álbum será “Crer para Ver”.


O contrato foi feito com Valadão através da produtora Amando Vidas, sediada em Londrina. A quantia estipulada pelo contrato seria paga em duas parcelas – uma após a assinatura do contrato e emissão de nota fiscal, e outra 48 horas após a gravação do DVD. Todos os detalhes de valores e datas de pagamentos foram informados no Diário Oficial de Cabo de Santo Agostinho, na edição do último dia 17.

A contratação gerou controvérsias, não só pelo exorbitante valor pago ao cantor, mas pela atual situação da cidade. Cabo de Santo Agostinho passa por uma crise financeira, e o prefeito anunciou cortes de gastos, redução do salário dos comissionados, entre outras medidas. No entanto, a contratação de André Valadão foi divulgada no Diário Oficial, e foi feita em regime de inexigibilidade de licitação, ou seja, não passou por licitação pública.

A medida do prefeito foi extremamente criticada. O presidente da Câmara Municipal de Santo Agostinho, Mário Anderson da Silva Barreto, disse que a postura de Vado da Farmácia é controversa, pois, diante da crise, não houve nenhuma contenção de gastos. “Na verdade, o Prefeito exonerou alguns Cargos Comissionados de baixo escalão, porém nomeou outros em níveis mais altos e promoveu alguns, fazendo com que tais medidas se tornassem inócuas. O pior é que o prefeito demitiu mais de quarenta médicos e dentistas, debilitando ainda mais o sistema de saúde do Município que é tocada por um professor e agente de polícia , que nada entende da pasta”, disse ele.

O vereador ainda destacou a quantia absurda gasta na gravação do álbum na cidade.

“Para contrastar ainda mais e provar que não há crise, é que o prefeito está gastando mais de 400 mil reais para que o Cantor Gospel André Valadão grave o seu DVD em nossa Cidade, sendo 200 mil só de cachê”, afirmou Mário.

O presidente da Câmara também denunciou a realização, na cidade, de uma festa de aniversário para o prefeito, com a presença de cantores de brega. A festa seria bancada “por amigos” de Vado da Farmácia. No entanto, Barreto desconfia que a verba destinada para o show de André Valadão seja usada para bancar a festa, realizada em praça pública na última sexta-feira.

Diante dos acontecimentos, o presidente da Câmara dos Vereadores de Cabo de Santo Agostinho afirmou que, nesta segunda-feira, pediria providências ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e ao Tribunal de Contas do Estado, para investigar a legalidade da contratação de Valadão e a origem das verbas que financiaram a festa de aniversário do prefeito.

Em nota, a Prefeitura Municipal afirmou que a realização da gravação na cidade é importante, por causa do “aquecimento do comércio local, da rede hoteleira e da potencialização do turismo, além de divulgar o município dentro e fora do País.” A nota ainda informa que Cabo de Santo Agostinho deve receber em torno de 40 mil pessoas, que virão de outras cidades e estados. Quanto à festa de aniversário de Vado da Farmácia, a prefeitura não se pronunciou.

A matéria do Diário Oficial, contendo todos os detalhes da contratação de André Valadão pela prefeitura de Cabo de Santo Agostinho, pode ser conferida no link: 

http://www.diariomunicipal.com.br/amupe/materia/0425986C

Por Mariana Gouveia

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Via Consciência Cristã.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ESTADO ISLÂMICO VENDE, CRUCIFICA E ENTERRA CRIANÇAS VIVAS NO IRAQUE



A cada dia surgem novas informações sobre o vasto leque de atrocidades cometidas pelos terroristas do Estado Islâmico. Nesta quarta-feira, a ONU denunciou mais barbáries contra crianças iraquianas sequestradas: elas são vendidas em mercados como escravas sexuais e muitas são mortas, crucificadas ou enterradas vivas, segundo o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança.

Meninos iraquianos menores de 18 anos estão cada vez mais sendo usados pelos jihadistas em ataques suicidas, como fabricantes de explosivos, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos.


"Estamos profundamente preocupados com a tortura e o assassinato destas crianças, especialmente daquelas que pertencem a minorias, mas não só das minorias", disse Renate Winter, especialista do comitê, em boletim à imprensa. "A abrangência do problema é enorme".A agência da ONU denunciou "a matança sistemática de crianças pertencentes a minorias religiosas e étnicas cometida pelo assim chamado Estado Islâmico, incluindo vários casos de execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas, crucificadas e enterradas vivas".

Crianças da minoria yazidi ou de comunidades cristãs, e também xiitas e sunitas, têm sido vítimas da selvageria do EI. "Temos tido relatos de crianças, especialmente crianças com problemas mentais, que foram usadas como homens-bomba, muito provavelmente sem sequer entender a situação", declarou a especialista à agência de notícias Reuters. "Foi publicado um vídeo [na Internet] que mostrava crianças de muito pouca idade, aproximadamente 8 anos ou mais novas, já sendo treinadas para serem soldados."

Um grande número de crianças foi morto ou ficou seriamente ferido durante ataques aéreos ou bombardeios das forças de seguranças iraquianas, e outras morreram de "desidratação, inanição e calor", acrescentou o comitê. Além disso, o Estado Islâmico cometeu "violência sexual sistemática". "Crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares... vendidas no mercado com etiquetas, etiquetas de preço nelas", disse Renate Winter.

Um relatório elaborado por dezoito especialistas independentes pede às autoridades iraquianas que adotem todas as medidas necessárias para "resgatar as crianças" sob controle do grupo terrorista e processar os criminosos.

Queimado vivo - O Estado Islâmico divulgou nesta terça-feira um novo vídeo macabro mostrando o piloto jordaniano Moaz Kesasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. Ele foi levado pelos terroristas no final de dezembro, depois que o avião que pilotava caiu na região de Raqqa, na Síria. Antes do piloto, os jihadistas haviam decapitado vários reféns, incluindo dois japoneses executados em janeiro.