quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Padre usa chicote para espantar crianças que comemoravam aprovação na escola. Menina pode ficar cega





'Chicote é a minha defesa pessoal', diz padre. Testemunhas dizem que uma menina de 12 anos foi atingida no rosto e pode ficar cega.


O Conselho Tutelar de Matinhos, no litoral do Paraná, acompanha a denúncia de que uma criança de 12 anos levou um golpe de chicote no rosto. De acordo com testemunhas, a chicotada foi aplicada pelo padre da cidade, Mansueto Pantarol.

O incidente ocorreu quando crianças comemoravam com ovos e farinha o fim do ano letivo do colégio que fica ao lado da igreja. Incomodado com a confusão, o padre chegou com um chicote para espantá-los.

''Os alunos comemoravam jogando ovos uns nos outros e dando gargalhadas. O padre se sentiu incomodado com a bagunça e pegou o chicote, e acabou acertando o rosto de uma garota''. explicou o delegado Messias Antônio Rosa.

“O que você faria se fosse na sua casa? Você não ia espantar? Esse incidente foi uma mínima coisa que aconteceu. Agora o padre é o ruim da história”, diz. O religioso ainda afirmou que o local virou uma praça de guerra, mas nega que o golpe tenha acertado a menina.

“O chicote é a minha defesa pessoal. Eu não uso arma, não sou policial e nem guarda municipal, mas eu tenho que cuidar da igreja”, conclui Mansueto.

O Conselho Tutelar de Matinhos orientou os pais da menina a registrarem um boletim de ocorrência na delegacia da cidade, e não passou mais informações sobre o incidente. Até as 19h20 não houve nenhum registro sobre o caso na delegacia da cidade. 

Bispo não aprova o ato

O Bispo Dom João, da Cúria Diocesana de Paranaguá, responsável pela Paróquia de Matinhos, disse que conversou com o Padre Mansueto. “O padre disse que não foi ele que feriu a criança nos olhos. Ele tem que zelar pelo patrimônio da igreja. Temos que assumir o erro do padre e que não é uma orientação da Diocese, para que o padre aja desta forma, com o uso de um chicote. Nunca tivemos nenhum problema parecido como esse. É um caso isolado”, disse.

O bispo ainda disse que “a atitude a ser tomada pela Cúria Diocesana de Paranaguá é apurar bem os fatos junto ao padre e a família da menina que disse que foi ferida. A partir disso, vamos verificar a posição a ser tomada.”

Confira a opinião de um blogueiro local, do Jornal Bem Paraná

Na última sexta-feira, 30 de novembro, por volta das 17 horas, alguns adolescentes, crianças ainda, comemoravam o fim do ano letivo no Colégio Estadual Gabriel de Lara, que fica no centro da cidade de Matinhos, no Litoral do Paraná. A comemoração, tipicamente adolescente, com muitos gritos de Viva!, Oba!, farinha, ovo e água, chegou até a praça da Igreja Matriz de São Pedro, vizinha ao colégio.

A partir daí, o que parecia uma inocente e alegre reunião, virou uma espécie de “revival” da Santa Inquisição (aquela caça aos infiéis da Santa Igreja, acontecida na idade média, que quase sempre terminava em fogueira ou chicote).

Incomodado, o pároco Mansueto Pantarol, conhecido por sua “truculência” canônica, incorporou Tomás Torquemada (o grande chefe da Santa Inquisição), apoderou-se de um chicote, isso mesmo, um chicote, e passou a açoitar os estudantes que faziam a “algazarra” na praça (que é pública, não pertence a cúria).

O resultado da insurreição foi trágico: uma adolescente seriamente ferida, corre o risco de perder a visão.

Na cidade nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto. Aliás, quase ninguém se manifesta, só uns poucos arriscam algumas postagens e compartilhamentos nas redes sociais.

O Padre Mansueto passou pelas paróquias de Ponta Grossa, Castro, Irati – onde também deixou polêmicas, além de Guaratuba, antes de chegar em Matinhos.

O que choca, além é claro da gravidade do ferimento na garota, é que um padre ainda pense assim, ainda comporte-se assim e acredite no julgo da chibata. Claro que é um fato isolado; claro que isso não é uma orientação do clero; é claro que toda obra da igreja não pode ser avaliada por esse evento, nem por outro evento isolado qualquer, mas, a igreja assim como todas as autoridades locais, não podem se calar.

O Blogueiro completa em outra postagem dizendo: 
O resultado da insanidade é uma menina que quase ficou cega e um garoto que foi atropelado por um ônibus ao fugir do padre.

O que pouca gente sabe é que não é a primeira vez que Mansueto Pantarol despiroca. Um dos relatos aliás é do mesmo dia pela manhã, quando várias pessoas afirmam ter visto o padre chicotear um cuidador de carros na praça. 

Há quem diga que a “surra” foi aplicada porque o rapaz não é cuidador oficial do local e a área é “dominada” pelo truculento ser.    

Para ver a reportagem da Paraná TV, clique AQUI.

Com informações do Bem Paraná/G1/Parana TV/Paraná Online




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sábado, 1 de dezembro de 2012

O cristão pode ter uma árvore de Natal em sua casa? Veja opinião sobre o tema





O cristão pode ter uma árvore de Natal em sua casa? Veja opinião sobre o tema
Quando chega a véspera do Natal surgem vários questionamentos no meio cristão sobre a validade bíblica da data, bem como se é conveniente ou não para um cristão usar em sua casa adornos e ornamentos típicos da época, como a árvore de Natal.
André Sanches, do blogEsboçando Ideias, escreveu recentemente um artigo para abordar o assunto, respondendo principalmente à ideia de que usar esse ornamento é pecado por remeter a antigos costumes pagãos. Segundo ele, esse tipo de dúvida surge principalmente por não ser abordado diretamente pela Bíblia, mas explica que pensando um pouco os cristãos podem chegar a uma opinião madura sobre o tema.
- O simples argumento de que algo foi usado por pagãos no passado não me convence de que não podemos usá-lo hoje. Isso porque os ímpios têm a capacidade de macular todo tipo de coisa em que põe a mão. Imagine, por exemplo, que os ímpios usavam o sexo (criado por Deus) em seus rituais pagãos. Então não vamos mais fazer sexo por causa dos ímpios? Os ímpios faziam cultos aos seus deuses debaixo de árvores frondosas (criadas por Deus). Não podemos então cultuar Jesus Cristo debaixo de uma bela sombra de uma árvore frondosa? – questiona Sanchez, que defende que em primeiro lugar está a intenção do ato.
O blogueiro afirma ainda que o objetivo de se colocar tal ornamento em sua casa não pode ferir nenhum mandamento bíblico, e afirma que é um absurdo proibir alguém de montar uma árvore de natal por que alguém usou esse ornamento no passado para adorar seus deuses.
- Se você coloca essa árvore em sua casa, e com ela faz qualquer oferenda ou faz qualquer adoração que não seja ao Deus Todo Poderoso, você está pecando por isso. Se acha que ela lhe trará prosperidade, sorte e coisas do gênero, também está no caminho errado – completa, lembrando também que o uso da árvore, como o de qualquer outra coisa não pode ser uma fonte de conflitos e brigas no lar.
Leia o texto na íntegra aqui.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Veja vídeos, fotos, opiniões e tudo que aconteceu na audiência sobre “cura gay” com Silas Malafaia, Jean Wyllys e outros




Veja vídeos, fotos, opiniões e tudo que aconteceu na audiência sobre “cura gay” com Silas Malafaia, Jean Wyllys e outros
Aconteceu na tarde dessa terça feira, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), uma audiência pública para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO). Apelidado de “projeto da cura gay”, o projeto de Campos tenta sustar partes da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que falam sobre a relação do profissional de psicologia quanto à orientação sexual de seus pacientes. De acordo com os presentes, a audiência foi marcada por muita bagunça e confusão, principalmente por parte dos ativistas LGBT presentes.
Presidida pelo deputado federal Luiz Henrique Mandetta, presidente da CSSF, e teve início às 14:40 horas, no Plenário 07 do Anexo II da Câmara dos Deputados. Além da presença dos parlamentares audiência, em forma de debate, contou com a participação do pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo; do presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT), Toni Reis; do presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Humberto Cota Verona; e da psicóloga Marisa Lobo Alves.
O primeiro a falar na Audiência foi Verona, que afirmou que a discussão sobre o tema é baseada “na perspectiva de alguns que guardam seu preconceito em uma gaveta de cristal”. O presidente do CFP pediu o arquivamento do projeto proposto pelo deputado Campos, afirmando que o conselho por ele presidido “tem poder supremo único” para definir o limite de competência do exercício profissional. A afirmação foi utilizada por Verona para combater o principal argumento de João Campos, de que a resolução do conselho extrapola a competência da instituição e restringe a atividade profissional dos psicólogos.
- Para que servem então os conselhos e o que fazer das leis que os criaram e definiram suas funções? – questionou Humberto Verona.
Clique aqui para o vídeo com a fala de Verona.
Discursando logo depois de Humberto Verona, Marisa Lobo rebateu as acusações de que a proposta tem como objetivo tratar a homossexualidade como uma doença, e afirmou que sua luta não é para promover preconceito, mas pelos direitos humanos. Segundo a psicóloga sua bandeira é pelo direito do cidadão poder desejar pessoas do mesmo sexo, mas também pelo direito de não desejar pessoas do mesmo sexo. Ela afirma que devemos conviver e respeitar as diferenças, e ressaltou que o respeito não obriga ninguém a concordar com o comportamento do outro e que isso também é um direito.
- Bandeira de direitos humanos não pode ser usada como uma arma ideológica das minorias contra as maiorias. Isso não é direito humano. Direito humano é para todos. Eu tenho meu direito humano e estou sendo massacrada por uma mentira que inventaram de que curo gay – declarou Marisa Lobo.
A psicóloga prosseguiu afirmando que existem sim ex-homossexuais porque, nesses casos, “na verdade, o indivíduo não era gay”, mas manifestava o comportamento homossexual como forma de defesa contra traumas decorrentes de abusos e outras situações vividas pelos pacientes. Segundo a psicóloga o que ela defende é a liberdade do psicólogo apoiar os pacientes nesses casos. Marisa Lobo conclui sua fala citando uma série de casos em que pessoas que apresentavam comportamento homossexual mas abandonaram esses comportamentos, mudando totalmente seu estilo de vida.
- A resolução acaba atrapalhando o profissional porque realmente a questão da homossexualidade é muito complexa, e pode sim uma pessoa apresentar comportamento homossexual sem ser homossexual. Mas se ele é homossexual legítimo, ele não vai ao consultório pedir para mudar a condição dele – concluiu a psicóloga, que declarou ainda que os ex-homossexuais existem sim, e que os parlamentares, como especialistas em direitos humanos, precisam reconhecer essas pessoas.
Clique aqui para o vídeo com a fala de Marisa Lobo.
Toni Reis falou logo depois de Marisa Lobo. Reverberando o pedido de Verona para arquivamento da PDC 234/11, o militante usou seu tempo na Audiência para discursar sobre a homofobia e sobre a laicidade do estado. Logo no início de sua fala, Reis citou a morte do jornalista Lucas Fortuna que, segundo ele, foi assassinado por motivações homofóbicas. Reis levou ainda o pai do jovem à audiência, fato que causou uma grande manifestação de apoio a seu discurso parte dos presentes.
Citando uma série de resoluções ao redor do mundo contra as, chamadas por ele, “terapias de reversão”, ele afirmou que se a homoafetividade for doença “todos têm de ter aposentadoria compulsória”. Reis relacionou ainda as terapias com homossexuais ao regime nazista.
Clique aqui para o vídeo com a fala de Toni Reis.
Rebatendo as declarações de Reis, o pastor Silas Malafaia iniciou seu discurso na comissão ressaltando que o tema a ser debatido não é a homofobia, mas sim as resoluções do CFP. O pastor mencionou ainda que Toni Reis utilizou mais de 70% de seu tempo para falar sobre homofobia, e não sobre o tema para o qual a Audiência foi proposta.
De acordo com Malafaia “todo paciente adulto com saúde mental tem direito de decidir sobre seu próprio corpo”. Questionando em qual teórico o CFP se baseia para afirmar que a questão da homossexualidade não pode ser tratada por um psicólogo, o pastor acusou a entidade profissional de fazer “ativismo gay”. Defendendo que o paciente é que tem do direito de definir se quer ou não ser tratado e que o CFP vai contra esse princípio, Malafaia afirmou que a resolução do conselho deveria ser “jogada no lixo”.
O pastor Silas Malafaia foi interrompido uma série de vezes durante sua fala, o que ele classificou como uma forma de tentar interromper sua linha de pensamento. Essas constantes interrupções fez com que o presidente da Audiência a esvaziar a sala, para que fosse retomada a ordem.
Durante a fala do pastor, o presidente da comissão, deputado Mandetta (DEM-MS), ordenou a retirada do Plenário de um ativista do movimento de defesa da população LGBT, por utilizar um símbolo nazista para se manifestar contra o pastor, o que caracteriza crime. Pedindo que a polícia legislativa recolhesse o cartaz, Mandetta afirmou que a comissão estaria denunciando o manifestante pelo uso do cartaz. Ele pediu ainda que o manifestante se desculpasse pelo uso do símbolo ofensivo, o que não foi atendido.
Clique aqui para o vídeo com a fala de Silas Malafaia.
O deputado e ativista gay Jean Wyllys (Psol-RJ) também foi repreendido pelo presidente da comissão, por ofender verbalmente o pastor durante sua fala. Mandetta ressaltou já ter pedido educadamente que o deputado respeitasse o pastor por cinco vezes e, por não ter sido atendido, pediu que Wyllys se retirasse da seção.
Deputados Jean Wyllys, Marco Feliciano, Pastor Eurico e Erika Kokay
Ao receber o direito de se manifestar, Wyllys ligou a proposta a movimentos religiosos e afirmou que por esse motivo não poderia haver discussão sobre o tema.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) declarou que a resolução apenas proíbe a “patologização” de comportamentos ou de práticas homoeróticas, assim como tratamentos não solicitados e acrescentou que, no debate, todos concordaram que qualquer pessoa com dificuldades pode procurar um psicólogo. “Ou todos concordam que há convergência de opinião ou explicitem o conteúdo homofóbico das suas posições”, sustentou a deputada.
Os deputados favoráveis ao PDC foram unânimes em dizer que a resolução do conselho fere a autonomia dos psicólogos e dos pacientes. João Campos argumentou, inclusive, que a medida do conselho fere a Constituição.
Segundo ele, a resolução fere princípios como os da razoabilidade, autonomia do profissional e livre arbítrio do ser humano de procurar o profissional que quiser. “Não podemos permitir que normas que ferem direitos fundamentais persistam”, declarou, segundo a Agência Câmara.
As constantes manifestações por ambas as partes durante o debate foi ressaltada pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que lamentou o rumo tomado pela Audiência.
- Quando pensamos em fazer essa Audiência Pública, em momento algum passou pela nossa cabeça o baixo nível que infelizmente foi essa Audiência Pública. É lamentável isso. Viemos aqui para discutir um assunto científico, eu faço parte dessa comissão, quero ajudar no processo do relator, queria entender isso. (…) Em momento algum, desde a primeira audiência que foi feita, nós tratamos sobre assunto de preconceito, de homofobia… Embora que em todas as audiências fomos chamados de homofóbicos, de caçadores de bruxas e coisas mais. – declarou o deputado, que afirmou ainda que se fosse possível pediria que a Audiência fosse cancelada e riscada dos anais da Câmara.
Após a Audiência, a polêmica gerada pelo debate repercutiu também nas redes sociais.
Pelo Twitter, Marisa Lobo classificou a Audiência como um “barraco”.
- Para variar a audiência foi um barraco, bem produzido pelo dep d 13 mil votos senhor Jean que so falou mercadoria,discurso pronto só rindoo. (sic) – declarou a psicóloga, que declarou ainda que a violência contra os evangélicos “ficou estampada nas agressões verbais e gestuais” que sofreram.
Já deputado Jean Wyllys classificou os evangélicos como fundamentalistas, pela rede social.
- Eu acho que eu merecia ganhar por insalubridade nessa função de contraponto, na Câmara, desses fundamentalistas intolerantes, não é? – publicou o deputado.
O deputado Marco Feliciano se manifestou lamentando o comportamento dos presentes.
- Lamentei e lamento o comportamento de ativistas de ambos os lados, gays e evangélicos. Houve agressão verbal, incitações e palavras de ódio. – declarou Feliciano pelo Twitter.
Os vídeos completos do debate podem ser vistos no site da Câmara por esse link.
Veja mais fotos:
Marisa Lobo ao lado de Toni Reis e do deputado Marco Feliciano
Senador Magno Malta antes do início da audiência
Militantes se manifestando durante fala do pastor Silas Malafaia
Todas as fotos utilizadas nessa matéria foram publicadas no Twitter da psicóloga Marisa Lobo
Por Dan Martins, para o Gospel+

domingo, 25 de novembro de 2012

Papa Bento XVI afirma que calendário cristão e data do nascimento de Jesus estão errados em vários anos



Papa Bento XVI afirma que calendário cristão e data do nascimento de Jesus estão errados em vários anos
O calendário cristão, que é baseado no ano de nascimento de Jesus, estaria atrasado devido a um erro de cálculo, afirmou o Papa Bento XVI.
As declarações estão na série de livros com três volumes chamada “L’Infanzia di Gesu”, escrito pelo próprio Bento XVI e editado pela Casa Publicadora do Vaticano em parceria com a editora Publicações Rizzoli.
Segundo o Papa, o cálculo do calendário cristão usado atualmente foi feito pelo monge Dionysius Exiguus, que havia errado em alguns anos. Essa afirmação do líder católico reforça a tese de estudiosos que afirmam que o nascimento de Jesus teria acontecido entre 4 e 6 anos antes da data conhecida atualmente.
-O cálculo do início do nosso calendário – baseado no nascimento de Jesus – foi feito por Dionysius Exiguus, que cometeu um erro em seus cálculos por diversos anos – escreveu Bento XVI, de acordo com informações do Daily Mail.
Entretanto, essas não são as únicas afirmações polêmicas publicadas na trilogia de livros. Bento XVI também afirma que não haviam animais no presépio onde Maria deu à luz Jesus, e justifica dizendo que a Bíblia não menciona isso, e que os anjos nunca cantaram para os pastores anunciando o nascimento de Jesus.
O livro deverá ser lançado em inglês em breve, com o título “Jesus of Nazareth: The Infancy Narratives” (em tradução livre: Jesus de Nazaré: Narrativas de Sua Infância).
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Pastora Reneé, agredida no Rio, comemora alta com almoço de ação de graças



Reneé Murdoch recebeu alta de hospital nesta quinta-feira (22). Americana tinha 30% de chance de sobreviver, diz médico.



Pastora Reneé agradece a Deus com muita alegria ao lado do marido

A americana Reneé Murdoch, que recebeu alta do Hospital Copa D'or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, nesta quinta-feira (22), após ser agredida a pauladas por um morador de rua na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, celebra a notícia com almoço de Dia de Ação de Graças, segundo informou o marido Philip Murdoch.

"Hoje é Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que é uma data tão especial quanto o Natal, então, vamos preparar um almoço com amigos e familiares. Estou feliz por minha mulher estar viva. Se você orou, se você torceu, obrigado", declarou emocionado.

Em coletiva, Reneé ainda tinha dificuldades na fala, mas agradeceu ao Brasil, emocionada. "Vocês são maravilhosos, só posso falar um pouquinho, queria agradecer vocês, Brasil, pelas orações, muito obrigada, amém", disse Reneé.

Foto: Fábio Gonçalves / Ag. O Dia

''Quero agradecer aos que oraram e torceram por mim. Muito obrigada a todos da minha igreja e a minha família e aos e médicos'' disse ela, que, sorridente e de bom humor, brincou com a imprensa, afirmando que como seu cabelo ainda não cresceu, estava careca como um dos fotógrafos.

Para o neurologista Bernardo Liberato, coordenador da Unidade Semi Intensiva do hospital, a recuperação de Reneé foi mais rápida do que a equipe médica esperava. Segundo informou, Reneé sofreu um trauma na região do cérebro que afeta as funções vitais do ser humano, como dormir, acordar e respirar, e chegou ao hospital, no ultimo dia 26, com o lado esquerdo paralisado.

O marido, Phillip Murdoch, ressalta que o momento é de agradecer a Deus pela recuperação de Renée e tentar voltar a rotina.

"Estou feliz por ela estar viva. Agradecemos muitos aos bombeiros, médicos e todos que torceram por ela. Creio na ciência, mas também creio na ação de Deus. É raro alguém ter uma recuperação tão boa. Hoje, nos Estados Unidos, é um dia muito especial, o dia de Ação de Graças, e só queremos que ela vá para casa para comemorarmos esse dia".

De acordo com o neurocirurgião, Ruy Monteiro, devido à complexidade das cirurgias e dos ferimentos que Reneé sofreu, a paciente apresentou uma grande e rápida melhora. Segundo ele, as chances de sequelas após a última cirurgia, que recolocou o osso da cabeça, eram de 30%. "Hoje, ela apresenta um pequeno déficit de memória e uma dificuldade na fala, mas tem grandes chances de recuperação", declarou Monteiro.
Reneé antes da agressão
O médico afirma que o rápido atendimento feito pelos bombeiros e a cirurgia realizada no hospital Miguel Couto foram cruciais essenciais para a sobrevivência da pastora.

"Ela entrou no Miguel Couto com um coma profundo, em estado grave. Assim que chegou fez uma tomografia e foi para o centro cirúrgico, onde foram retirados os dois coágulos".

Na porta do hospital, amigas da igreja onde é pastora, Igreja Luz das Nações, aguardavam-na para uma surpresa. "Ela é uma mulher muito forte, mas muito doce", declarou a amiga Andrea Lima.

De acordo com informações da Delegacia da Barra da Tijuca (16ª DP), o suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante, após a agressão com um pedaço de madeira. O suspeito estava depredando um quiosque quando a vítima passou por ele e foi agredida. Ele foi conduzido à delegacia e autuado pelo crime de tentativa de homicídio.


Veja os vídeos de agradecimentos emocionados da pastora Reneé







Com informações do R7/O Globo/ G1


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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O pequeno Bobó: uma história que você pode mudar!








Muito triste assistir a esta cena. Eu sei que alguns irão se escandalizar com algumas imagens fortes, mas a nossa oração é que o Senhor use alguns dos irmãos para mudar esta estória.






Por favor, ore por isso… Contribua! Ajude! Essa é uma história que você pode ajudar a mudar!
Divulgue este vídeo! Compartilhe!
Acesse o www.caminhonacoes.com/novo/doe-agora e veja como fazer depósitos de solidariedade na conta que cuida de crianças no Brasil e na África.
Essa é sua chance… Não é a minha… É a sua!

Leo Santos | Nigéria





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Vamos voltar a “pecar” biblicamente?




Bráulia Ribeiro


Ouve-se por aí que o cristianismo inventou o pecado. Não pode haver mentira maior. A noção de errar o alvo, de macular o sagrado, de vandalizar o “shalom” no qual deveríamos estar vivendo, sempre esteve conosco. Todas as religiões do mundo comportam definições, razões e características para o pecado. Filósofos pré-cristãos, como Platão e Aristóteles, lidaram com a ideia. Portanto, o pecado não é uma invenção cristã, como querem alguns detratores mal-informados.

É parte da condição humana o julgar-se a si mesmo, o estabelecer ideais para a vida e para o comportamento moral dos indivíduos. O saber-se pecador não torna ninguém pior, antes, o torna capaz de fazer mudanças. Assisti, recentemente, ao filme “We need to talk about Kevin”. Tilda Swinton representa a mãe de um adolescente que se torna um assassino em massa. O filme narra o terror da mãe vendo o filho crescer sem consciência moral. A definição clássica de “sociopata” é esta: alguém que não é capaz de sentir dor, arrependimento, nem qualquer tipo de reação pelo mal que causa. O sociopata é o cara “sem pecado”.

A noção de pecado também não faz mal à sociedade. Toda sociedade humana impõe limites morais à ação de seus indivíduos. Toda sociedade humana tem algum tipo de definição de moralidade sexual, por exemplo. Uma de nossas tristes descobertas na Amazônia foi que o nível de promiscuidade das comunidades indígenas estava diretamente ligado ao seu desejo de autoextermínio.

Uma comunidade Nawa entre o Brasil e o Peru, por exemplo, que à primeira vista tinha um conceito muito fluido de família e cuja permissividade total afetava as crianças e até mesmo os animais que criava, revelou-se, num estudo mais cuidadoso, ser uma sociedade suicida. A tribo sofreu, durante anos, violentos estupros em massa, a marca registrada de seu contato com os “brancos”. Os homens não se respeitavam porque não foram capazes de proteger suas mulheres. As mulheres não conseguiam amar os filhos do ódio, nem a si mesmas. O desespero existencial tomou conta da tribo. O sexo perverso, arma de guerra usada contra o povo para conduzi-lo à subserviência, era então usado pelo próprio povo para produzir autoaniquilação. A família -- e as noções de restrição sexual que a acompanham -- representa a sobrevivência do povo. Ao abandonar-se a família, abandona-se a vida. O sexo irrestrito é suicídio generacional.

Qualquer semelhança com o desprezo que a sociedade ocidental contemporânea tem por si mesma e com a maneira como está pretendendo eliminar qualquer noção de moralidade sexual não é mera coincidência.

A diferença, porém, entre o pecado cristão e os outros é grande. Na Bíblia, o pecado nos nivela a todos por baixo. Seres humanos são caídos, não importa nossa posição social ou religiosa. Precisamos igualmente da graça. Não há quem escape à condição de dependente da graça. Não há oferta milionária que nos torne mais dignos na presença de Deus.

O pecado bíblico tem consequências terríveis, aqui e no além. O pecado bíblico dói em nós e no Deus que nos criou. Quando transo fora do casamento, não estou atendendo uma necessidade “legítima”. Quando falo mal do irmão, não há “causa nobre” que me justifique. Quando tiro o que não é meu, não é uma “bênção” que recebi. É pecado. Pecado gera morte.

Nosso cristianismo precisa ressuscitar a noção de pecado. Há pecado, sim, do lado de baixo do Equador. Sem atentarmos para a seriedade do pecado não há como amarmos a graça. O cristianismo não inventou a culpa; ela faz parte da nossa condição humana. O cristianismo inventou o perdão. Mas por que graça e perdão, se minimizarmos a noção de pecado?




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